I CONGRESO LATINOAMERICANO DE ECOLOGÍA URBANA Desafíos y escenarios de desarrollo para las ciudades latinoamericanas 12 Y 13 DE JUNIO DE 2012 I CURSO INTERNACIONAL DE ECOLOGÍA URBANA 14 Y 15 DE JUNIO DE 2012 Campus Universitario UNIVERSIDAD NACIONAL DE GENERAL SARMIENTO BUENOS AIRES - REPUBLICA ARGENTINA
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Desmatamento da Amazônia em maio dobra de 2010 para 2011
SÃO PAULO (Reuters) - O desmatamento na Amazônia atingiu 268 quilômetros quadrados em maio deste ano, mais do que o dobro no mesmo mês de 2010, quando chegou a 109,6 quilômetros quadrados, informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Mato Grosso, principal produtor de soja e algodão do país e que abriga o maior rebanho bovino do Brasil, foi o Estado que mais sofreu desmatamento, com 93,7 quilômetros quadrados, de acordo com o sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe.
A seguir vieram Rondônia (67,9 quilômetros quadrados) e Pará (65,5 quilômetros quadrados).
O sistema do Inpe registra tanto as áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, quanto áreas classificadas como degradação progressiva, que revelam o processo de desmatamento na região.
Levantamento divulgado pelo Imazon este mês também apontou aumento no desmatamento em maio. De acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, a floresta perdeu 165 quilômetros quadrados no mês passado, o que levou a um aumento nas emissões de CO2 equivalentes de 55,6 por cento na comparação anual.
O Pará liderou o desmatamento em maio, de acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, respondendo por 39 por cento da destruição florestal no período. Em seguida vieram Mato Grosso (25 por cento) e Rondônia (21 por cento).
Nos meses de março e abril, o desmatamento da Amazônia foi de 593 quilômetros quadrados, segundo o Inpe, uma forte alta em comparação ao mesmo período de 2010, de 472,9 por cento, o que levou o Ministério do Meio Ambiente a criar um gabinete de crise para apurar as causas deste aumento.
O combate ao desmatamento da Amazônia é vital para as pretensões brasileiras de protagonismo na área ambiental e nas negociações internacionais sobre as mudanças do clima.
O Mato Grosso, principal produtor de soja e algodão do país e que abriga o maior rebanho bovino do Brasil, foi o Estado que mais sofreu desmatamento, com 93,7 quilômetros quadrados, de acordo com o sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe.
A seguir vieram Rondônia (67,9 quilômetros quadrados) e Pará (65,5 quilômetros quadrados).
O sistema do Inpe registra tanto as áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, quanto áreas classificadas como degradação progressiva, que revelam o processo de desmatamento na região.
Levantamento divulgado pelo Imazon este mês também apontou aumento no desmatamento em maio. De acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, a floresta perdeu 165 quilômetros quadrados no mês passado, o que levou a um aumento nas emissões de CO2 equivalentes de 55,6 por cento na comparação anual.
O Pará liderou o desmatamento em maio, de acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, respondendo por 39 por cento da destruição florestal no período. Em seguida vieram Mato Grosso (25 por cento) e Rondônia (21 por cento).
Nos meses de março e abril, o desmatamento da Amazônia foi de 593 quilômetros quadrados, segundo o Inpe, uma forte alta em comparação ao mesmo período de 2010, de 472,9 por cento, o que levou o Ministério do Meio Ambiente a criar um gabinete de crise para apurar as causas deste aumento.
O combate ao desmatamento da Amazônia é vital para as pretensões brasileiras de protagonismo na área ambiental e nas negociações internacionais sobre as mudanças do clima.
Ministra pede a senadores coerência com política ambiental
BRASÍLIA (Reuters) - A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pediu a senadores nesta quinta-feira que as mudanças no Código Florestal, em discussão na Casa, tenham 'coerência' com as políticas ambientais nacionais e acordos internacionais assumidos pelo Brasil.
'É importante que a gente guarde coerência com essas políticas', disse a ministra em audiência pública no Senado, mencionando as políticas de biodiversidade, de clima, de agricultura e energia do país.
'Temos uma liderança mundial na questão da sustentabilidade... Nós devemos é potencializar os ganhos que nós temos da ação do governo brasileiro nos acordos multilaterais de Meio Ambiente e traduzir isso como uma vantagem competitiva', afirmou.
Para a ministra, o texto aprovado em maio pela Câmara dos Deputados traz avanços, mas apresenta brechas que remetem a uma 'insegurança jurídica enlouquecedora' e podem resultar em novos desmatamentos principalmente em Áreas de Preservação Permanente (APP), regiões com vegetação nativa que deve ser mantida para proteger rios, encostas e topos de morro.
'Dependendo de como a gente aborde a questão das APPs no texto final, eu poderei ter - e isso são dados de várias instituições - um aumento das emissões associadas de toneladas de CO2 equivalente em mais de 1,2 bilhão (de toneladas), comprometendo a política de clima aprovada por esta Casa', alertou a ministra, destacando que o texto final deve ser mais objetivo e claro.
'O texto determina que a vegetação em APP poderá ser mantida, porém o texto também prevê no Artigo 7o que toda ocupação em APP será mantida e legitimada. É uma contradição', afirmou.
O resultado na Câmara não agradou o governo, mesmo após intensas negociações entre o relator da matéria, Aldo rebelo (PCdoB-SP), líderes de bancada e Executivo. O debate e a busca por consenso não impediram que deputados aprovassem uma emenda do PMDB que, dentre outras medidas, retira do Executivo federal a exclusividade de regularizar ocupações em APPs em beiras de rios e amplia as possibilidades de ocupação nessas regiões.
O governo pretende virar o jogo no Senado.
A ministra se posicionou contra a prerrogativa de Estados legislarem sobre questões ambientais, alegando que ecossistemas não obedecem a limites geopolíticos e que a medida poderia criar uma 'guerra ambiental entre os entes da Federação' mais ou menos restritivos.
Izabella considerou positivos alguns pontos do relatório aprovado pelos deputados, como a manutenção da exigência de Reserva Legal (porção de mata nativa que varia de 20 a 80 por cento da propriedade). A ministra disse concordar com a desobrigação a pequenos proprietários de recuperar a Reserva, desde que seja definida uma data de referência, para evitar o fracionamento de terras.
São consideradas pequenas as propriedades de até 4 módulos fiscais, medida que varia de 20 a 400 hectares.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
'É importante que a gente guarde coerência com essas políticas', disse a ministra em audiência pública no Senado, mencionando as políticas de biodiversidade, de clima, de agricultura e energia do país.
'Temos uma liderança mundial na questão da sustentabilidade... Nós devemos é potencializar os ganhos que nós temos da ação do governo brasileiro nos acordos multilaterais de Meio Ambiente e traduzir isso como uma vantagem competitiva', afirmou.
Para a ministra, o texto aprovado em maio pela Câmara dos Deputados traz avanços, mas apresenta brechas que remetem a uma 'insegurança jurídica enlouquecedora' e podem resultar em novos desmatamentos principalmente em Áreas de Preservação Permanente (APP), regiões com vegetação nativa que deve ser mantida para proteger rios, encostas e topos de morro.
'Dependendo de como a gente aborde a questão das APPs no texto final, eu poderei ter - e isso são dados de várias instituições - um aumento das emissões associadas de toneladas de CO2 equivalente em mais de 1,2 bilhão (de toneladas), comprometendo a política de clima aprovada por esta Casa', alertou a ministra, destacando que o texto final deve ser mais objetivo e claro.
'O texto determina que a vegetação em APP poderá ser mantida, porém o texto também prevê no Artigo 7o que toda ocupação em APP será mantida e legitimada. É uma contradição', afirmou.
O resultado na Câmara não agradou o governo, mesmo após intensas negociações entre o relator da matéria, Aldo rebelo (PCdoB-SP), líderes de bancada e Executivo. O debate e a busca por consenso não impediram que deputados aprovassem uma emenda do PMDB que, dentre outras medidas, retira do Executivo federal a exclusividade de regularizar ocupações em APPs em beiras de rios e amplia as possibilidades de ocupação nessas regiões.
O governo pretende virar o jogo no Senado.
A ministra se posicionou contra a prerrogativa de Estados legislarem sobre questões ambientais, alegando que ecossistemas não obedecem a limites geopolíticos e que a medida poderia criar uma 'guerra ambiental entre os entes da Federação' mais ou menos restritivos.
Izabella considerou positivos alguns pontos do relatório aprovado pelos deputados, como a manutenção da exigência de Reserva Legal (porção de mata nativa que varia de 20 a 80 por cento da propriedade). A ministra disse concordar com a desobrigação a pequenos proprietários de recuperar a Reserva, desde que seja definida uma data de referência, para evitar o fracionamento de terras.
São consideradas pequenas as propriedades de até 4 módulos fiscais, medida que varia de 20 a 400 hectares.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Edital seleciona projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
A Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lança o edital para Programa Áreas Estratégicas. O objetivo é selecionar propostas para execução de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, nas seguintes áreas estratégicas: energias renováveis, mineração, alterações climáticas, sustentabilidade e adaptação no semi-árido, pesca e aquicultura, tecnologias da informação e fármacos. Além dessas, serão consideradas áreas estratégicas as relacionadas aos seguintes projetos estruturantes do Estado: siderurgia, refinaria, complexo portuário do Pecém, zona de processamento e exportação, aquário, cinturão digital, cinturão das águas e pólo industrial e tecnológico de saúde.
Poderão apresentar propostas pesquisadores e especialistas que tenham vínculo empregatício/ funcional com Instituições de Ensino Superior (IES), centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento públicos e privados com
sede no Ceará.
Cronograma
Postagem do Formulário Eletrônico para submissão de proposta no site da Funcap: 1º de julho de 2011
Data limite para submissão das propostas: 09 de agosto de 2011, até as 17hs
Data limite para apresentação da documentação complementar: 10 de agosto de 2011, até as 17hs
Divulgação dos resultados no site da Funcap: a partir de 22 de setembro de 2011
Início da contratação dos projetos: a partir de 22 de setembro de 2011
O edital pode ser acessado no endereço: http://montenegro.funcap.ce.gov.br/sugba/edital/109.pdf
28.06.2011
Assessoria de Imprensa da Funcap
Giselle Soares / Carolina Quintela (85 3275.9629)
Twitter: @FuncapCE
Poderão apresentar propostas pesquisadores e especialistas que tenham vínculo empregatício/ funcional com Instituições de Ensino Superior (IES), centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento públicos e privados com
sede no Ceará.
Cronograma
Postagem do Formulário Eletrônico para submissão de proposta no site da Funcap: 1º de julho de 2011
Data limite para submissão das propostas: 09 de agosto de 2011, até as 17hs
Data limite para apresentação da documentação complementar: 10 de agosto de 2011, até as 17hs
Divulgação dos resultados no site da Funcap: a partir de 22 de setembro de 2011
Início da contratação dos projetos: a partir de 22 de setembro de 2011
O edital pode ser acessado no endereço: http://montenegro.funcap.ce.gov.br/sugba/edital/109.pdf
28.06.2011
Assessoria de Imprensa da Funcap
Giselle Soares / Carolina Quintela (85 3275.9629)
Twitter: @FuncapCE
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Sustentabilidade dos Recursos Hídricos na SRH
Ação sustentável como sendo aquela que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades, foi ponto de vista comum entre o palestrante professor José Carlos Araújo, da Universidade Federal do Ceará, que falou sobre a “Sustentabilidade dos Recursos Hídricos”, e os debatedores, dirigentes e técnicos do Sistema SRH – Secretaria dos Recursos Hídricos e suas vinculadas COGERH-Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos e SOHIDRA-Superintendência de Obras Hidráulicas, além de usuários de água e diretores dos onze Comitês de Bacias Hidrográficas do Ceará.
O encontro cumpriu mais uma etapa da programação comemorativa da Semana da Água, promovida pelo Sistema SRH, em virtude do Dia Mundial da Água, transcorrido ontem. A reunião transcocrreu durante toda a manhã de ontem, dia 23, ocupando o auditório do edifício-sede da SEINFRA/SRH, no Cambeba, sendo aberto pelo Secretário Cesar Augusto Pinheiro, oportunidade em que revelou ser meta do Governador Cid Gomes “universalizar a água tratada em todas as casas da mesma forma como universaliza a energia elétrica em todas as residências do Estado”.
Na parte da programação festiva, relativa à “Cidadania e Gestão das Águas”, ocorrida antes do final do encontro, o Sistema SRH prestou significativa homenagem a onze usuários de água das onze Bacias Hidrográficas que fazem o Estado, conferindo-lhes certificado de reconhecimento pela espontânea colaboração e esforços em defesa da água, com ensinamento dentro de suas comunidades sobre a importância dos recursos hídricos.
DEBATES
Importantes colocações, dentro do tema Sustentabilidade de Recursos Hídricos, foram complementadas, no encontro de ontem do Sistema SRH, pelos especialistas Hugo Estênio Rodrigues Bezerra, da COGERH, e Michele Mourão Matos, presidente do Comitê de Bacias Hidrográficas da Região Metropolitana de Fortaleza. Juntamente com o professor José Carlos Araújo os debatedores responderam a vários questionamentos levantados pelos técnicos e especialistas presentes.
Logo após os debates, o Secretário Cesar Pinheiro, a Secretária Executiva Rita de Cassia Rodrigues, presidente da COGERH, Francisco José Coelho Teixeira, superintendente da SOHIDRA, Leão Montezuma, fizeram a entrega de certificados de reconhecimento ´pelo mérito obtido por onze usuários de água dos onze Comitês de Bacias Hidrográficas em que se acha dividido o Estado do Ceará.
Portanto, foram homenageados Eliene Leite Araújo Brasileiro, representante do Projeto Cinturão Verde do Rio Curu, no município de General Sampaio, onde a homenageada é Prefeita Municipal; Francisco Freire Caetano Filho, da ONG ECOS-Entidade Cooperativa Sustentável – Projeto Sabão Ecológico da Bacia Hidrográfica do Rio Curu; Francisco Edson de Melo, membro titular do Comitê da Sub-Bacia Hirográfica do Rio Banabuiu; José Maurício Mapurunga Nogueira, do Projeto
Agricultura Orgânica com Hidroponia, município de Viçosa do Ceará, da Bacia do Coreaú; Januário Ferreira Melo, agricultor responsável pelo Projeto Mandala – oásis de riqueza no seminário, município de Saboeiro, da bacia do Alto Jguaribe; José Valderi de Almeida Pimenta, secretário do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais-STTR, município de Iracema, bacia do Médio Jaguaribe; Raimundo Nonato Rogério Leitão, coordenador do Conselho de Administração do DISTAR-Distrito do Projeto de Irrigação de Tabuleiro de Russas, do baixo Jaguaribe; Silvanar Soares Pereira, representante do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Aracoiaba, das Bacias Metropolitanas; Margarida Maria de Souza Pinheiro, sócia fundadora ddo Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador, município de Aracatiaçu e sertão central, da Bacia do Litoral; e Maria de Lourdes Lemos Soares Feitosa, da Associação de Mulheres do Sítio Vicente – Projeto Taboa a Vida – água e cidadania parceiras na qualidade de vida, município de Varzea Alegre, Bacia do Salgado.
Assessoria de Imprensa da SRH
SPLAM Realiza Oficina de Reciclagem com Guarda Mirim
Oficina de Reciclagem com a Guarda Mirim
Os adolescentes que fazem parte da 14ª turma do Programa da Guarda Mirim receberam palestra sobre a importância da preservação do meio ambiente, no contexto Educação Ambiental e de uma oficina de reciclagem com o reaproveitamento e reutilização de materiais descartáveis. A palestra dos técnicos da Secretaria de Planejamento Urbano e Meio Ambiente – SPLAM, bem como a oficina, estimularam a imaginação dos jovens, que passaram a confeccionaram verdadeiras obras de arte com garrafas peti, jornais e revistas usadas. Saiba mais
Agenda 21 na Conferência: A Caatinga e o Rio + 20
Plenário 13 de Maio
A Diretoria do Fórum da Agenda 21 Local de Sobral CE, representado pela Presidente Lívia Alves de Souza e o Vice- presidente Claudio Laurentino Dias, a convite do Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará, Deputado Roberto Cláudio e do Presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos e Pesca Deputado Dedé Teixeira; participaram no dia primeiro de junho no Plenário 13 de Maio, expediente da 63ª Sessão Ordinária, da abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente e o lançamento da Conferência: A Caatinga e o Rio + 20.
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