quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global‏

É um tema bastante interessante que o Nádson (CJ olho d'água) publicou no Circuito de Aprendizagem e gerou bastante polêmicas. Portanto, achei interessante trazer o tema pra cá tbm!

Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global

Um grupo de cientistas da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, capazes de absorver CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
A estrutura tem galhos semelhantes aos de pinheiros, mas não precisa de sol nem água para funcionar. O segredo está nas folhas, feitas de um material plástico capaz de absorver dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa.
"Da mesma forma que o faz uma árvore natural, a medida que o ar flui pelas folhas, estas folhas absorvem o CO2 e o mantêm preso", explicou o cientista Klaus Lackner, geofísico do Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.
No entanto, enquanto árvores e outras plantas armazenam o gás em seus tecidos, a árvore artificial guarda o CO2 em um filtro, que comprime o gás e o transforma em líquido. Desta forma, o CO2 poderia ser enterrado e armazenado permanentemente debaixo da terra.
Árvores artificiais
Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias "limpas", que não produzem gases. O grupo de pesquisadores americanos criou um protótipo pequeno, mas afirma ser possível produzir um modelo maior.
"O que vejo a curto prazo é um aparelho do tamanho de um caminhão no qual se podem instalar as folhas numa caixa parecida com o filtro de uma caldeira. Cada máquina teria 30 filtros que juntos mediriam 2,5 m de altura e um metro de largura", disse Lackner. Esta torre de atuaria como um centro de captação ao ar livre, enquanto o CO2 capturado ficaria armazenado em outra torre.
De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros. Isso significa que, para que a tecnologia tivesse algum impacto sobre o clima no planeta, seriam necessários milhões de unidades delas. No entanto, a tecnologia não é barata. Calcula-se que cada uma dessas máquinas custaria cerca de US$30 mil (quase R$ 60 mil).
Esquecendo as florestas de verdade
Mesmo assim, Lackner acredita ter em suas mãos uma tecnologia economicamente viável. "O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas", disse.
O pesquisador calcula que, se fossem instalados dez milhões de "árvores artificiais" no mundo, cerca de 3,6 gigatoneladas de CO2 seriam retiradas do ar todo ano. Atualmente, o mundo produz 30 gigatoneladas de CO2 por ano. Por isso, Lackner defende a sua invenção como parte de uma estratégia global, de forma a criar uma sociedade que seja neutra na produção e absorção de carbono.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cientistas-criam-arvore-artificial-contra-aquecimento-global&id=010125090713

PROCEL disponibiliza publicações sobre o Projeto "Casa Eficiente"

Santa Catarina - Recentemente, o Procel Info divulgou quatro novas publicações sobre bioclimatologia e desempenho térmico; consumo e geração de energia; uso racional de água e simulação computacional do desempenho termo-energético da Casa Eficiente, projeto desenvolvido para realização de pesquisas e demonstrações em eficiência energética. A Casa Eficiente, que é resultado de uma parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina, a Eletrosul e a Eletrobras, durante dois anos funcionou como laboratório, possibilitando pesquisas de doutorado, mestrado e iniciação científica, e centro de visitação, expondo novas referências de consumo racional e eficiente de energia.

A publicação de
Volume 1, aborda o desempenho térmico da Casa Eficiente a partir de um monitoramento das estratégias recomendáveis para Florianópolis como ventilação mecânica e uso de telhado vegetado. O Volume 2, apresenta estudos sobre consumo e geração de energia na casa e revela que a energia solar apresenta um grande potencial de utilização em residências no Brasil, seja para geração, seja para aquecimento de água. No Volume 3, as estratégias de uso racional de água são relatadas, com ênfase em sistemas de aproveitamento de água da chuva, e no Volume 4, todas as simulações computacionais feitas, tanto na fase de projeto, quanto após a construção da casa, são apresentadas e possibilitam  análises mais detalhadas sobre o desempenho termo-energético da Casa Eficiente

Nove cidades serão contempladas com viveiros pelo Conpam São elas: Acopiara, Campos Sales, Croatá, Cruz, General Sampaio, Jardim, Ocara, Tauá e Ubajara.

       
Nove cidades serão contempladas com viveiros pelo Conpam
                                                                                                                                                                                                                O Governo do Estado, através do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), iniciará a partir do próximo dia 8 (sexta-feira), na cidade de Cruz, a entrega do 1º (primeiro) dos 9 (nove) viveiros de mudas, construídos pelo Conpam, dentro  do Projeto de Mudas para o reflorestamento que integra o Programa de Proteção dos Recursos Ambientais. 

As nove cidades beneficiadas são:  Acopiara, Campos Sales, Croatá, Cruz, General Sampaio, Jardim, Ocara, Tauá e Ubajara. O município de  Cruz será o primeiro a receber seu viveiro, oficialmente, com a presença do governador Cid Gomes. Todas as bacias hidrográficas do estado foram beneficiadas. Ao Conpam competirá, juntamente com a Semace, orientar quais espécies devem ser cultivadas e determinar as áreas a serem reflorestadas.

“Trata-se de mais um compromisso assumido pelo governador Cid Gomes na questão ambiental, previsto no Plano Plurianual (PPA), a ser concretizado”, assinalou à imprensa, o ex-deputado federal Paulo Henrique Lustosa, presidente do Conpam.

Lustosa  adiantou  que  ás áreas contempladas "o foram de forma a beneficiar as regiões administrativas do Estado, com  mudas frutíferas e medicinais, e igualmente, dotar cada região de pessoal  qualificado a produzir  espécies nativas, com ênfase nas que estão em processo de extinção". Cada unidade  custou aos cofres do Estado a importância de R$ 108.304,61  e  terá a capacidade de produzir 120 mil mudas/ano.

As mudas serão usadas no reflorestamento de áreas desmatadas, com prioridade nas de preservação permanentes APPs (quais sejam as matas ciliares e de topos de morros). Cada viveiro terá 3 viveiristas para seu  funcionamento. Todos eles já foram devidamente capacitados.

Bacias Hidrográficas - De acordo com a técnica do Conpam, Maria Dias Cavalcante, responsável pelo projeto, as ações de reflorestamento proporcionam vários benefícios ambientais, como maior infiltração de águas, resultando assim na recuperação das nascentes e na biodiversidade  dos ecosisstemas naturais.

"Procuramos com o projeto  beneficiar todas as  bacias hidrográficas do Ceará,   começando  pela do Rio Jaguaribe, cujo viveiro situado na cidade de  Acopiara (na sub-bacia do Alto Jaguaribe)  beneficiará a região Sul do Estado", destacou Cavalcante.

Nas  demais  bacias hidrográficas as cidades escolhidas foram:  Campos Sales,  beneficiando as cidades da Região do Cariri e do Centro-Sul;  Croatá, bacia hidrográfica do rio Acaraú, região da Ibiapaba, norte do Estado;  em Cruz, 1ª unidade a ser entregue,  bacia do rio Coreaú, no litoral oeste é a contemplada; General Sampaio, situado na bacia hidrográfica do rio Curu; Jardim, sub-bacia do rio Salgado; Ocara, bacia hidrográfica da Região Metropolitana de Fortaleza, beneficiando, diretamente, cidades localizadas no Maciço de Baturité;  Tauá,  sub-bacia do Alto Jaguaribe serão beneficiadas cidades das regiões dos Inhamuns e Centro-Sul; e Ubajara, onde situa-se a bacia hidrográfica do rio Paraíba, beneficiando a Região da Ibiapaba,  na fronteira com o Estado do Piauí.

A entrega dos demais viveiros serão procedidas de acordo com disponibilidade da agenda do governador Cid Gomes. Na hipótese dele não puder comparecer, caberá, então, ao presidente do Conpam, Paulo Henrique Lustosa,  definir as datas das respectivas inaugurações

Cerca de 180 representantes de 18 secretariais estaduais e de 36 municípios estiveram presentes

        
Paulo Henrique Lustosa lança projeto Ceará Carbono Neutro no II Seminário Estadual da A3P

                      No último dia 30 de março, como parte da programação da Festa Anual das Árvores 2011, o Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) realizou, no Green Praia Hotel, em Fortaleza, o II Seminário Estadual da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P). Cerca de 180 representantes de comissões da A3P de 18 secretariais estaduais e de 36 municípios estiveram presentes no encontro, além de sete prefeitos municipais, representantes do Poder Legislativo e instituições da sociedade organizada.
Na ocasião, o presidente do Conpam, Paulo Henrique Lustosa, lançou o projeto Ceará Carbono Neutro, que vai elaborar e implementar tecnologias, projetos e ações de cálculo das emissões de carbono dos órgãos do Governo Estadual, para traçar um plano de diminuição de carbono com metas e indicadores mensuráveis a serem realizados a curto, médio e longo prazos em todas as unidades da administração direta e indireta do Executivo Estadual.
“O governador Cid Gomes nos deu esse sinal verde e o Ceará vai ser o primeiro estado da federação a implementar esforços na diminuição das emissões de carbono. Para tanto, a gente precisa calcular sua contribuição de carbono na atmosfera e elaborar projetos que garantam o meio ambiente equilibrado para as futuras gerações”, explicou Lustosa. De acordo com ele, esses dispositivos devem estar integrados com o plano nacional de mudanças climáticas e as normas e metas nacionais sobre mudanças climáticas. Uma comissão já foi criada para realizar os estudos de desenvolvimento do projeto.
Além disso, na oportunidade, Lustosa destacou que o Conpam e a Superintendência Estadual de Meio Ambiente (Semace) vêm trabalhando para fortalecer a Política Ambiental do Estado do Ceará, a partir da descentralização da gestão ambiental entre os municípios cearenses.
O presidente do Conpam entregou, ainda, oito Centros de Informação e Documentação Ambiental (CID Ambiental) aos municípios de Barreira, Lavras da Mangabeira, Acopiara, Eusébio, Acaraú, Juazeiro do Norte, Pacatuba e Beberibe. Os centros são compostos de computadores e livros didáticos sobre a temática ambiental, que vão possibilitar e incentivar o estudo e a pesquisa sobre o meio ambiente nestas cidades.
Durante o evento, que teve como objetivo a troca de experiências de ações da A3P entre secretarias estaduais e municípios, houve apresentações de trabalhos exitosos da Secretaria de Justiça, Secretaria de Educação e Secretaria de Planejamento e Gestão, do Governo do Estado do Ceará, e dos municípios de Acopiara, Caucaia e Itaitinga.

Inglaterra debate com Brasil a preparação da Rio + 20

Logo após encontro com autoridades nacionais e estrangeiras no Palácio do Itamaraty, nesta sexta-feira (8/4), para discussão da estratégia nacional para a conservação e uso sustentável da biodiversidade, a ministra Izabella Teixeira se reuniu com a ministra britânica do Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, Caroline Spelman, na sede do MMA.
A Inglaterra está interessada em estreitar relações com o Brasil para a preparação da Rio + 20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no próximo ano, no Rio de Janeiro.
"Esse é um desafio não apenas do Brasil, mas do mundo", comentou Izabella Teixeira. Ela enfatizou a importância da união entre os países para alcançar a economia verde, que será um dos três temas do encontro de 2012.
Os outros dois temas serão sobre governança ambiental internacional e avanços alcançados desde a Eco 92, que foi o primeiro grande encontro internacional sobre conservação da biodiversidade, que também foi realizado na capital carioca. Além dos técnicos do MMA e do secretário-executivo, Francisco Gaetani, estiveram na reunião representantes do Ministério da Fazenda.
A ministra Caroline Spelman enfatizou a importância da Rio + 20 para que o mundo conquiste a integração da economia, com iniciativas sociais e ambientais. "Essa é uma fantástica oportunidade nessa batalha".
O diretor britânico do departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, Mike Anderson, disse que empresários do Reino Unido estão cada vez mais convencidos da necessidade e das vantagens de estar atentos às questões ambientais.
Mike Anderson citou estimativas de perdas econômicas: "Se as famílias na Inglaterra tivessem maior acesso a espaços verdes naturais, os custos da saúde poderiam ser reduzidos em 2,1 bilhões de libras anuais". Ele ainda disse que no verão de 2007, os custos devidos a inundações chegaram a 3,2 bilhões.

Serviço Florestal marca presença na Expoforest 2011

As ações do governo federal para conhecer as florestas do país e para promover a produção sustentável de madeira são alguns dos assuntos que o Serviço Florestal Brasileiro leva para a Expoforest 2011, que começa nesta quarta-feira (13/4), em Mogi Guaçu (SP).
Durante a feira, que está entre os principais eventos do setor florestal e deve atrair mais de 8 mil pessoas, os visitantes terão informações sobre o Inventário Florestal Nacional, iniciativa coordenada pelo Serviço Florestal para conhecer a quantidade e a qualidade das florestas e que já conta com a parceria de seis unidades da federação.
Outro tema apresentado serão as concessões florestais, que possibilitam o acesso de empreendedores a áreas de florestas legalizadas para a produção de madeiras e de produtos não madeireiros sustentáveis por meio de contratos de até 40 anos assinados com o governo.
As concessões contam hoje 1 milhão de hectares em diferentes etapas desse processo e vão ajudar a aumentar a oferta de madeira legalizada no mercado interno, que, em 2009, absorveu 79% da madeira processada na Amazônia. O estado de São Paulo é o principal mercado, com 17% do consumo, em 2009, de toda a madeira processada na Amazônia Legal.
Além do Inventário e das concessões, quem for à Expoforest conhecerá o software Madeiras Comerciais do Brasil, uma base de dados com informações de 157 espécies. A chave interativa, desenvolvida pelo Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal, auxilia no reconhecimento de espécies madeireiras comumente comercializadas no país.
O estande do Serviço Florestal está localizado na área estática da Expoforest, próximo à praça de alimentação. A feira terá mais de 120 expositores, entre instituições governamentais e empresas de máquinas, equipamentos e serviços para a produção de florestas plantadas.
Serviço
Expoforest 2011 Feira Florestal Brasileira
Data: 13 a 15 de abril
Horário: 9h às 17h
Local: Horto Florestal Mogi Guaçu SP-340 Km 172

Municípios participarão de grupos temáticos do comitê da PNRS

   Foto Municípios participarão de grupos temáticos do comitê da PNRS O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Silvano Silvério, disse que o governo federal tem interesse na participação dos municípios na implantação da Política Nacional de Recursos Hídricos e que eles serão serão convidados para os grupos temáticos do Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa. Segundo ele, os municípios que optarem por soluções consorciadas intermunicipais para gestão dos resíduos sólidos estão dispensados da elaboração do plano municipal da gestão integrada de resíduos.
Silvano representou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, nesta terça-feira (12/4), na audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados sobre o Decreto 7.404/10, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Na audiência, o secretário informou que a lei não trata apenas de resíduos urbanos, mas também dos perigosos, dos industriais, dos da construção civil, entre outros. Ele destacou a rapidez com que o decreto regulamentador - quatro meses e meio após a edição da Lei - foi publicado. "A agilidade na execução da Política de Resíduos Sólidos demonstra a importância que o Governo federal tem dado à temática", destacou.
Além do secretário do MMA, participaram do encontro o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski; o representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Ronei Alves da Silva; e parlamentares.